LeAnn Rimes Responde aos Críticos
LeAnn Rimes recentemente se manifestou em relação à resposta que recebeu após a divulgação de um vídeo que se tornou viral, onde ela passou por uma terapia de liberação da mandíbula. A cantora, que possui 43 anos e é conhecida pela famosa canção "How Do I Live", fez uma piada leve sobre a situação. "Eu posso atuar, mas não sou tão boa assim… Não sou Meryl Streep", brincou a artista.
Reunião com o Human Garage
No dia 18 de abril, Rimes se reuniu com o Human Garage, a empresa de autocuidado que realizou a terapia de liberação da mandíbula, em um livestream. Durante a transmissão ao vivo, ela abordou as críticas que surgiram em relação ao vídeo, especialmente aquelas de pessoas que afirmavam que sua reação emocional à terapia era apenas uma encenação diante das câmeras.
"As pessoas estavam comentando [no post], dizendo [algo como], ‘Claro que a câmera estava ligada, ela ia chorar.’ Eu fiquei pensando: ‘Eu posso atuar, mas não sou tão boa assim’", disse a cantora, rindo.
A Reação Emocional de LeAnn
Rimes continuou a compartilhar seus sentimentos, afirmando: "Eu não sou tão boa. Não sou Meryl Streep". Ela explicou que sua reação era genuína e que, com o passar dos anos, especialmente na última década, ela tem se sentido mais à vontade para ser honesta. "As pessoas finalmente conseguem me ver, e não há pretensão nisso", acrescentou.
O Vídeo Viral
No clipe compartilhado pelo Human Garage, Garry Lineham, fundador do grupo de bem-estar, aparece colocando a mão na boca da estrela enquanto realiza a terapia de liberação da mandíbula. Durante o procedimento, Rimes é vista repetidamente exclamando "oh meu Deus" antes de se deixar levar pelas lágrimas.
A emoção de Rimes logo se transforma em risadas enquanto ela toca o lado da mandíbula onde Lineham havia trabalhado. "Oh meu Deus, você não percebe o quanto de tensão existe ali", disse ela, enquanto Lineham complementa: "Até que isso desapareça".
Entendendo a Liberação da Mandíbula
De acordo com a Cleveland Clinic, a fáscia é uma estrutura contínua de tecido que se entrelaça ao redor do corpo, assemelhando-se a uma teia de aranha. "Se houver um nó no tecido em uma parte do seu corpo, isso pode causar dor em outra parte", explica a organização.
A liberação de tensões e dores nos tecidos miofasciais pode trazer diversos benefícios, incluindo gestão da dor e do estresse, melhoria na movimentação e circulação, além de um aumento na sensação de relaxamento.
A Mensagem do Human Garage
A legenda do vídeo postado pelo Human Garage em 29 de março dizia: "Você pode ver o exato momento em que a tensão se quebra e o peso emocional se levanta, deixando-a visivelmente mais leve e mais alinhada". O texto continuava explicando: "A mandíbula é um dos principais locais de armazenamento de estresse do corpo. Quando reprimimos nossas vozes ou enfrentamos pressão, a fáscia no rosto e no pescoço ‘tranca’ para nos proteger. Ao usar as manobras para sinalizar segurança ao sistema nervoso, finalmente podemos permitir que essa energia armazenada se mova."
Cuidados e Riscos da Terapia
Entretanto, é importante destacar que a liberação de tensões e dores nos tecidos miofasciais não está isenta de riscos. A Cleveland Clinic menciona que a terapia pode acarretar paralisia temporária, danos aos nervos e até sangramentos internos como possíveis complicações do tratamento.
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