A Nova Sensação do Cinema: Forbidden Fruits
Toda geração precisa de um clássico cult. Nos anos 2010, não tivemos um, e olha como isso acabou (ficamos amaldiçoados). Mas o tipo de filme cult que envolve um grupo de garotas no ensino médio se comportando de maneira rebelde (e frequentemente bruxesca) é um verdadeiro marco no cinema. Agora, os anos 2020 têm sua própria marca: Forbidden Fruits.
A História das Frutas Proibidas
O filme de Meredith Alloway concentra-se nas Frutas: Apple (Lili Reinhart), Fig (Alexandra Shipp), Cherry (Victoria Pedretti) e a mais nova integrante, Pumpkin (Lola Tung). Apple, Fig e Cherry trabalham na loja Free Eden, que fica no shopping, quando percebem que estão com uma colega a menos. É então que elas recrutam Pumpkin, que trabalha na loja de pretzels, para se juntar ao grupo.
Tropos Clássicos com um Toque Moderno
Como todo bom filme que apresenta garotas se envolvendo em situações complicadas, Forbidden Fruits abraça fortemente os icônicos tropos do passado, ao mesmo tempo em que os torna completamente originais. Se você está em busca do próximo “Não, estou matando garotos”, pode encontrá-lo no shopping.
O Que Torna Forbidden Fruits Único
Forbidden Fruits possui todos os elementos perfeitos desses tipos de filmes. Temos trajes icônicos, diálogos espirituosos e uma infinidade de reviravoltas que nos mantêm adivinhando. No entanto, ele se destaca porque não é apenas mais um filme do tipo “meninas más”. É algo muito mais fascinante e, ao mesmo tempo, muito mais sombrio do que outros filmes do mesmo gênero.
Amizades e Desafios
Pela primeira vez, um filme sobre um grupo de garotas não gira em torno de um homem e da necessidade delas de um. Com Forbidden Fruits, o foco está na dor e no trauma das amizades, e como, mesmo quando se ama alguém, às vezes isso não é suficiente. Especialmente quando se trata de suas amigas.
Frutas, Cores e Humor Sombrio
Qualquer filme que envolva bruxas é uma delícia para mim. Talvez porque eu ame a ideia do oculto e dos feitiços, mas também acho que existe uma obsessão por bruxas que muitas mulheres compartilham. Filmes como Forbidden Fruits realmente exploram essa conexão que as mulheres têm umas com as outras. Alloway consegue fazer com que isso se sinta como a versão moderna perfeita desses tipos de filmes.
Segredos e Referências
O que eu encontro como um desafio é falar sobre o filme sem revelar nada, pois acredito que todos devem ter a chance de vivenciar as reviravoltas por conta própria. Há tantos ovos de Páscoa e referências divertidas para explorar, e isso realmente permite que um filme como Forbidden Fruits se solidifique como um marco nesse gênero logo nos primeiros momentos de sua exibição.
Um Novo Marco no Horror e na Raiva Feminina
Forbidden Fruits é uma adição digna ao mundo da raiva e do horror feminino, e mal posso esperar para ver as garotas comentando sobre isso nos anos que virão.
Tem alguma dica que devemos saber? [email protected]
Quem é Rachel Leishman
Rachel Leishman é a Editora-Chefe da Mary Sue. Ela é escritora profissional desde 2016, mas sempre foi obcecada por filmes e televisão e escrevendo sobre eles durante sua infância. Uma amante do Homem-Aranha e a maior defensora de Wanda Maximoff, ela possui interesses em tudo que é nerd e um gato chamado Benjamin Wyatt. Se você quiser conversar sobre música rock clássica ou qualquer coisa relacionada a Harrison Ford, ela é a pessoa certa, mas seus interesses vão muito além. Sim, ela sabe que se parece com Florence Pugh.
Rachel tem vários podcasts, normalmente tem opiniões sobre qualquer aspecto da cultura pop e pode recitar a filmografia de atores de cor. Sua atual obsessão é o cachorro de Glen Powell, Brisket.
Seu trabalho na Mary Sue frequentemente inclui Star Wars, Marvel, DC, críticas de filmes e entrevistas.
