O Estilo Dapper de Bay Simpson
Vestindo um elegante chapéu pork pie, o natural de Muscle Shoals, Bay Simpson, apresentou-se no programa The Voice da NBC, cantando "The Waiting" de Tom Petty. Este título, que se mostrou profético, teve seus pais musicais, Angela Hacker e James LeBlanc, segurando a respiração nos bastidores. Finalmente, Adam Levine girou a cadeira, garantindo a Bay um lugar no programa. Ele chegou até as Rodadas de Knockout, onde acabou perdendo para Alexia Jayy, mas essa derrota não o afastou do mundo da música. Seu novo single, "Too Good to Be True", é uma reminiscência do rock do início dos anos 2010, coescrito com Brian Maher (Justin Moore, Taylor Swift) e James LeBlanc (Martina McBride, Rascal Flatts, Kenny Chesney)—uma prova de que ele está cercado por boas companhias, tanto na tela quanto fora dela.
A Influência Materna e o Caminho Musical
Conselhos de Angela Hacker
Conversamos com Bay para discutir seu novo lançamento, o que torna sua voz única e o que ele aprendeu com The Voice, além de paciência. Sua mãe, Angela Hacker, trilhou um caminho semelhante—ela venceu o Nashville Star, que é basicamente o primo country do American Idol. Perguntamos a ele que conselhos ela ofereceu antes de sua performance no The Voice. "Ela me incentivou a ser eu mesmo. O mundo da TV mudou muito desde então, e muitas das experiências dela foram bem diferentes. É claro que ela me dá dicas sobre como me comportar e como falar para as câmeras, mas ela é ótima em me apoiar para que eu seja minha própria pessoa. Ela não me empurrou para a música, então geralmente fica de fora me deixando descobrir as coisas."
A Conexão Familiar com Elvis Presley
Bay revelou no The Voice que Elvis Presley é seu primo distante! Perguntamos que habilidade profissional ou traço de personalidade ele acha que herdou dessa linhagem—ou que gostaria de ter herdado. "Com certeza, eu herdei a vibe rock ‘n’ roll dele! Existem muitas coisas que foram passadas através da minha família desde a fama do Elvis, como o jeito de se vestir, o estilo do cabelo, etc. Não acho que eu soe muito como Elvis, mas espero ajudar a manter o legado da família no rock ‘n’ roll."
Inspirações da Escola e o Novo Single
Como a Escola Inspirou ‘Too Good To Be True’
Sobre como a arte começou a tomar forma durante a escola, Bay compartilhou: "Eu sempre estava ouvindo música quando não deveria. Nos deram iPads para estudar quando chegamos à 9ª série, e eu sempre estava estudando música. Não estava perseguindo seriamente a música na escola, mesmo tendo tocado guitarra e cantado. Eu me dedicava muito ao esporte, mas a música sempre esteve em minhas veias."
A Energia do Rock dos Anos 2000
A canção traz a energia do rock do início dos anos 2000. Perguntamos a Bay o que ele ama nessa era que parece ter saído sem deixar um endereço de encaminhamento. "Eu amo a simplicidade dessa época da música. As canções tinham ótimas melodias e partes de guitarra cativantes. Isso é o que eu cresci ouvindo. É tão enraizado em mim que mesmo quando tento não escrever desse jeito, acaba saindo. Tento seguir o método daquela época e escrever músicas muito melódicas e memoráveis."
Colaboração com Gigantes da Música
A Letra Favorita e a Colaboração
A faixa foi coescrita por Brian Maher e James LeBlanc—duas figuras cujos créditos são como uma entrada no hall da fama da música country. Perguntamos a Bay qual é sua letra favorita que surgiu dessas sessões. "Minha letra favorita dessa canção provavelmente está na parte final: ‘Tudo se resolveu no final, Mary casou com meu melhor amigo.’ Gosto dela porque é engraçada e também é verdade. Para acrescentar, estou namorando uma garota diferente chamada Mary, então você pode imaginar como isso é irônico para ela! Hahaha. Espero que essa funcione. Essa não foi uma reescrita. Eu já tinha o refrão quase pronto, e o Brian e o James me ajudaram com os versos, e foi isso."
O Sucesso com Kid Rock
Kid Rock gravou sua canção "Never Enough!"—o que prova que a música não checa documentos na porta. Perguntamos a Bay como foi ter alguém como ele ressoando com suas palavras. "Foi incrível. Essa foi a minha primeira canção gravada por um artista de grande porte. Foi uma grande afirmação para mim. Eu já acreditava um pouco em mim antes desse momento, mas conseguir essa gravação apenas confirmou o que eu esperava ser verdade sobre mim mesmo."
Influências Musicais e Oportunidades
O Mount Rushmore de Bay Simpson
Bay mencionou que Tom Petty está em seu Mount Rushmore de artistas. Perguntamos quem mais ele escolheria e quem quase entrou na lista. "Essa é sempre uma pergunta difícil. Se Mount Rushmore significa quatro escolhas, eu diria que Paul McCartney, Neil Young e Pete Townshend se juntariam ao Petty na minha lista. Eu amo caras que fazem rock, que também podem escrever músicas incríveis, tocar guitarra e cantar. Todos esses caras têm isso. Eu diria que Kurt Cobain, Rivers Cuomo e Glenn Frey quase entraram. Recebo muitas comparações com Glenn Frey por causa do cabelo e da simplicidade do meu estilo vocal."
A Surpresa da Audição
Bay não planejava auditar para The Voice—um diretor de elenco entrou em contato com ele. Perguntamos o que ele estava fazendo com sua música quando esse telefonema aconteceu e quão perto ele estava de dizer não. "Eu estava no meio da minha rotina normal, escrevendo músicas para mim e co-escrevendo para outros artistas, enquanto tocava o maior número possível de shows para pagar as contas. Eu não estava perto de dizer não; sempre foi um sim para mim. Qualquer chance de ir para a TV e tentar ganhar um pouco de seguidores seria um ‘sim’ da minha parte. Sem mencionar que a equipe do The Voice é incrível. Eu não trocaria aquele tempo por nada."
A Energia do Momento
A Performance de ‘The Waiting’
Escolhendo "The Waiting" de Tom Petty—até o título da canção conta a história. Anos de luta, então Adam Levine girando na cadeira no último acorde como alguém que quase perdeu o ônibus. Perguntamos qual foi a mudança de perspectiva que transformou toda aquela energia de espera em viver o agora. "Acho que foi apenas um pensamento imediato de ‘Obrigado, Deus’ passando pela minha mente quando vi aquela cadeira acender e girar. Para ser honesto, estou na luta da indústria da música há tanto tempo que, girando a cadeira ou não, sei que vou continuar essa luta por muitos anos. Isso faz parte do meu processo. No entanto, The Voice tem sido a parte mais divertida desse processo até agora."
O Reconhecimento de John Legend e Kelly Clarkson
John Legend chamou seu som de "um pouco estranho de uma maneira muito legal", e Kelly Clarkson confirmou isso, dizendo: "estranho significa sexy e íntimo." Perguntamos a Bay quando ele percebeu que sua voz não soava como a de todo mundo—e se esse foi um momento de pânico ou de orgulho. "Eu sabia desde a primeira canção que cantei que minha voz era diferente. Isso não me assustou nem um pouco. Foi um momento de total orgulho. Eu ouvi música o suficiente para saber que ser identificável e único é mais importante do que ser um cantor tecnicamente perfeito. Sinto que tenho essa característica identificável que se destaca. Tenho muito orgulho de me sentir como a única pessoa que soa como eu."
O Que Adam Levine Ensinou
Lições Aprendidas
O que você acha que Adam te ensinou que você talvez não tivesse aprendido ao estar no time de outra pessoa? "Adam me assegurou a continuar sendo eu mesmo. Essa é a coisa mais importante que qualquer artista pode ouvir. Neste ramo de trabalho, você precisa acreditar que é único o suficiente para se destacar e inteligente o suficiente para ter algo a dizer. Adam tem essa singularidade e receber sua aprovação significou muito para mim."
A Letra Favorita de ‘Too Good to Be True’
Qual é sua letra favorita de "Too Good to Be True?" Aquela que você usaria em um adesivo ou tweetaria para The Voice lembrando-os do que estão perdendo? Compartilhe nos nossos comentários no Twitter, Instagram ou Facebook—pontos extras se você conseguir incluir um emoji de chapéu pork pie.
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