Processo Judicial Contra O New York Times
Acusação de Difamação
No dia 31 de dezembro de 2024, Baldoni, Wayfarer e outras partes entraram com um processo judicial contra o The New York Times, reivindicando a quantia de 250 milhões de dólares. O processo, que foi obtido pela E!, alega que o jornal cometeu difamação, invasão de privacidade em falsa luz, fraude promissória e violação de contrato implícito ao publicar um artigo sobre uma suposta campanha de difamação retaliatória que os demandantes teriam realizado contra Lively, após ela expressar preocupações sobre supostos comportamentos inadequados no set de filmagens.
Desmentindo as Acusações
Os demandantes afirmaram que o relatório do The New York Times era "falso" e baseado na reclamação de Lively junto ao CRD. Eles negaram as acusações e alegaram que as mensagens citadas tanto no artigo quanto na reclamação foram tiradas de contexto. O processo declarou: "Apesar de sua alegação de ter ‘revisto isso junto com outros documentos[,]’ o Times baseou-se quase que inteiramente na narrativa não verificada e autojustificadora de Lively", continuando a acusar o jornal de ter reproduzido a narrativa dela quase que palavra por palavra, ignorando uma abundância de evidências que contradiziam suas alegações e expunham seus verdadeiros motivos.
A Resposta do New York Times
Em resposta a essas alegações, o The New York Times declarou que planejava "defender-se vigorosamente contra o processo". Em uma declaração feita à E!, o jornal frisou: "O papel de uma organização de notícias independente é seguir os fatos onde eles levam." Eles continuaram, afirmando que "nossa história foi meticulosamente e responsavelmente reportada. Ela se baseou na revisão de milhares de páginas de documentos originais, incluindo as mensagens de texto e e-mails que citamos de forma precisa e extensa no artigo."
